Boas práticas além do discurso: evento da XP dedicado ao tema ESG tem 100% das emissões neutralizadas

Em evento online dedicado a incentivar uma nova forma de investir, em que investidores e empresas constroem um futuro sustentável por meio de suas escolhas, XP dá o exemplo e neutraliza as emissões geradas para realização do Expert XP ESG 2021 por meio de créditos de carbono de projeto REDD+ da Ambipar.

 

 

 

Organizado pela XP, aconteceu nos dias 2 a 5 de março o Expert ESG 2021, um evento 100% online e gratuito dedicado a discutir e incentivar uma nova forma de investir, em que investidores e empresas constroem um futuro sustentável por meio de suas escolhas. Foram 4 dias, 58 palestrantes e 36 horas de discussões sobre temas relacionados a ESG – Meio Ambiente, Social e Governança – e como essa sigla está transformando o mundo de investimentos.

Clique aqui para saber mais sobre o evento.

A exemplo do que foi defendido pelos especialistas, a XP não ficou só no discurso. Consciente de que um evento online, mesmo que emitindo menos CO2 que eventos presenciais, também gera impacto ao meio ambiente, a organizadora se comprometeu a neutralizar todas as emissões do evento por meio da compra de créditos de carbono.

 


Virtual x Presencial

Qualquer tipo de evento, sejam conferências, feiras de negócio ou shows, emite gases de efeito estufa. Eventos virtuais, sem dúvidas, geram um impacto menor ao meio ambiente em emissões de CO2, principalmente por evitarem o deslocamento dos participantes, um dos principais responsáveis pelas emissões de eventos. Entretanto, isso não quer dizer que seu impacto seja nulo.

As emissões geradas estão, sobretudo, relacionadas ao consumo de energia elétrica, tanto pela infraestrutura para realização e transmissão das palestras, quanto pelos espectadores que acompanham o evento de casa.

 


Como é feita a neutralização de emissões?

O primeiro passo é, ao final do evento, calcular a quantidade de emissões de CO2 geradas.
Depois, é feita a compra de créditos de carbono na mesma proporção da quantidade de CO2 emitida, e esses créditos são aposentados em nome do evento.

Para isso, A XP Investimentos realizou uma parceria com a Ambipar Environment, empresa especializada na conservação de florestas, para compra de créditos de carbono do Projeto REDD+1 Jari-Pará, na Amazônia, contribuindo não só com a preservação da floresta, mas promovendo impactos positivos ao clima, às comunidades e à biodiversidade local. Um verdadeiro investimento ESG.

 


Projeto REDD+ Jari-Pará

O projeto REDD+ Jari-Pará, localizado na Amazônia, busca fomentar a conservação florestal e a redução de emissões potenciais de gases de efeito estufa, baseado em um modelo de desenvolvimento econômico local que valorize a “floresta em pé”.

Mesmo com sua grande importância, a biodiversidade local é constantemente ameaçada pela degradação das florestas. Por esta razão, o Projeto REDD+ Vale do Jari possui componentes que buscam evitar o desmatamento e minimizar seus impactos socioambientais, promovendo benefícios ao clima, às comunidades e à biodiversidade.

As atividades desenvolvidas pelo projeto são economicamente viáveis devido à combinação das atividades de Manejo Sustentável e a comercialização de créditos de carbono pelo mecanismo REDD+.

Clique aqui e saiba mais sobre o Projeto REDD+ Jari Pará

 

 


 

Neutralize as emissões da sua empresa por meio de créditos de carbono gerados pelos nossos Projetos REDD+.

 


 

1 REDD+: Redução das Emissões provenientes de Desmatamento e da Degradação florestal, incluindo (+) a conservação dos estoques de carbono florestal, o manejo sustentável de florestas e o aumento dos estoques de carbono florestal.

 

 

 

 

CashMe investe na neutralização histórica de emissões de carbono

A neutralização foi feita através do Projeto REDD+ Vale do Jari, por meio da aquisição de créditos de carbono da Biofílica.

São Paulo, 22 de março de 2021 – A CashMe, maior fintech de crédito com garantia de imóvel do Brasil, pertencente ao grupo Cyrela, anunciou hoje (22) a neutralização das emissões de gases de efeito estufa (GEE) geradas pelas suas operações dos últimos 3 anos. Em parceria com a Biofílica, referência nacional do mercado de créditos de carbono e projetos REDD+, a CashMe passa a apoiar atividades socioambientais do Projeto REDD+ Vale do Jari na Amazônia brasileira.

 

Com a iniciativa, a CashMe neutralizou emissões históricas que somam 30 toneladas, sendo 10 toneladas de CO2 emitidas para entre 2018 e 2020. Desta forma, a CashMe avança com sua estratégia e compromisso de Governança Ambiental, Social e Corporativa (ESG), apoiando ações que reduzam os impactos das mudanças climáticas.

“Em dezembro de 2020, criamos a área de sustentabilidade e ESG, com essa iniciativa a CashMe passou a ampliar os esforços internos para a integrar o tema aos negócios, por meio de ações práticas, entendimento dos impactos, riscos e oportunidades. Vimos que a neutralização das nossas emissões era uma ótima oportunidade para iniciarmos nosso movimento. Essa atitude é o começo da nossa participação nessa longa jornada para a construção de um mundo mais justo e sustentável”,
afirma Juliano Belo, co-founder da CashMe.

 

As ações promovidas pelo projeto contam com o assessoramento técnico da Fundação Jari e visam a conservação da floresta, minimizando os impactos socioambientais, promovendo benefícios para o clima, preservação da biodiversidade, e ainda contribuem para o desenvolvimento socioeconômico da região. Atualmente, mais de 60 famílias recebem assessoramento técnico das equipes da Fundação Jari, desenvolvendo técnicas sustentáveis de produção agroextrativista.

 

“Estamos muito contentes em ter a CashMe como parceira para a neutralização de emissões. Esse alinhamento da visão da empresa com a sustentabilidade ambiental, demonstra o seu comprometimento com o futuro e com a Floresta Amazônica”,
explica Plínio Ribeiro, cofundador e CEO da Biofílica.

 


O Projeto REDD+ Vale do Jari

O mecanismo REDD+ (Redução das Emissões provenientes de Desmatamento e da Degradação florestal, incluindo (+) a conservação dos estoques de carbono florestal, o manejo sustentável de florestas e o aumento dos estoques de carbono florestal) promove a redução de emissões potenciais de gases de efeito estufa a partir de atividades de conservação florestal.

Baseado em um modelo de desenvolvimento econômico local que valoriza a “floresta em pé”, os projetos REDD+ contam com uma combinação de atividades, desde o de Manejo Sustentável, promoção do agro extrativismo, monitoramento de biodiversidade que são financiados a partir da comercialização de créditos de carbono.

Em 2021, o Projeto REDD+ Vale do Jari comemora 10 anos de atuação na conservação de quase 1.2 milhões de hectares da Floresta Amazônica nativa, bem como de sua biodiversidade, contribuindo diretamente para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) propostos pela Nações Unidas.

Atualmente, as atividades desenvolvidas pelo Projeto REDD+ Vale do Jari e Fundação Jari atendem 13 comunidades e mais de 305 famílias e já evitaram a emissão de 3 milhões de toneladas de CO2 e pouparam o desmatamento de 65 mil hectares.

 


Sobre a CashMe

A CashMe, pertencente ao grupo Cyrela, é a maior fintech de crédito com garantia de imóvel do Brasil. A startup opera nos segmentos de home equity tradicional, crédito à aquisição de imóveis, crédito às incorporadoras com garantia de estoque e capital de giro para empresas de todos os segmentos. Com três anos de operação, a CashMe conta com as melhores condições de crédito e pagamento do mercado, tornando-se uma das empresas referências do setor.

 


Sobre a Biofílica

Fundada em 2008, a Biofílica tem a missão de criar mecanismos que estejam totalmente de acordo com a conservação das florestas nativas, criando e desenvolvendo um mercado sólido e confiável de créditos de carbono florestal. A empresa tornou-se referência nacional em compensação de reserva legal, oferecendo soluções em todas as modalidades, estados e biomas.

 

 

 

Neutralize as emissões da sua empresa por meio de créditos de carbono gerados pelos nossos Projetos REDD+.

 

 

 


 

Assessoria de Imprensa | CashMe

Kátia Silva
Tel. (11) 3060-3110
katia.silva@edelman.com

Felipe Perrella
Tel. (11) 3066-7773
felipe.perrella@edelman.com

 


 

Assessoria de Imprensa Biofílica/Fundação Jari – Carbono.AG Agência de Comunicação

Christian Marxen e Maira Nascimento
Telefone: (11) 5542-4599
E-mail: atendimento2@carbono.ag

 

 

 

 

Amazônia: descubra qual percentual mínimo de Reserva Legal para sua propriedade

Você sabia que, em algumas situações, é possível reduzir o percentual de Reserva Legal de imóveis do bioma Amazônia de 80% para até 50%?

Saiba se o seu imóvel se enquadra nas condições.

 

 

Por ser uma das regiões mais ameaçadas pelo desmatamento e, ao mesmo tempo, de mais importante conservação por seus ricos ecossistemas e biodiversidade, o percentual mínimo de Reserva Legal1 para imóveis do bioma Amazônia em áreas de floresta é 80%.

Mas, existem algumas situações em que é possível reduzir o percentual para 50%.

 

 


Meu imóvel está em uma região do bioma Amazônia. Posso reduzir o percentual?

O percentual pode ser reduzido de 80% para até 50% se:

✅ O Município em que está localizado o imóvel tem mais de 50% da área ocupada por Unidades de Conservação de domínio público ou por terras indígenas homologadas.

✅ O estado em que está localizado o imóvel tiver Zoneamento Ecológico Econômico aprovado e mais de 65% do seu território ocupado por Unidades de Conservação de domínio público ou terras indígenas homologadas. Nesse caso, é necessária autorização do Conselho Estadual do Meio Ambiente.

✅ Quando indicado pelo Zoneamento Ecológico-Econômico estadual. Não se aplica a áreas prioritárias para conservação da biodiversidade e dos recursos hídricos e os corredores ecológicos.

 


 

O que é o Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE)?

Um mecanismo criado para contribuir com o planejamento econômico, social e ambiental das diferentes regiões do país, já que seu território é amplo e com necessidades diferentes.

Para aliar o desenvolvimento socioeconômico e a conservação dos recursos naturais, esse recurso permite racionalizar o uso e a gestão do território nacional, sugerindo ações adaptadas às particularidades de cada região.

Nosso time especializado está pronto para auxiliar você em todo o processo de regularização, tirar suas dúvidas, além de garantir a melhor solução e negociação para Compensação de Reserva Legal.

 

Nosso time especializado está pronto para auxiliar você em todo o processo de regularização,
tirar suas dúvidas, além de garantir a melhor solução e negociação para Compensação de Reserva Legal.



 

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1 Reserva Legal é a área que todo imóvel rural deve manter de floresta nativa de acordo com o Novo Código Florestal.

Fonte:
• Zoneamento Ecológico-Econômico. MMA
• Qual deve ser o tamanho da reserva legal? Ciflorestas

 

NORSUL e Biofílica: uma parceria valiosa para a proteção da Floresta Amazônica – Parte 2

No Dia da Amazônia, leia o segundo post da série e veja como a parceria da Companhia de Navegação Norsul e da Ambipar beneficia florestas tropicais que atuam como grandes reguladoras climáticas globais.

 

O dia de hoje, 5 de setembro, foi escolhido para celebrar as riquezas e alertar para a importância da preservação da Floresta Amazônica.

Reconhecida por ser a maior floresta tropical do planeta, a Amazônia tem um peso l fundamental para impedir o avanço das mudanças climáticas em todo o mundo. Um deles, por exemplo, é ser a grande responsável pela distribuição de chuvas para América Latina. A capacidade de manter a umidade do ar por todo o leste e sul do continente é primordial para o equilíbrio do clima dessa região e para conter o avanço do aquecimento global.

 

 

No entanto, tudo que ela representa, inclusive sua função de regulação climática, é constantemente ameaçada pelo desmatamento das florestas e degradação do solo. Por essas razões, iniciativas que valorizam a floresta em pé são de tão grande importância e têm sido cada vez mais incentivadas por pessoas e empresas preocupadas com o nosso planeta.

Como explicamos no primeiro post da série, conservar sua biodiversidade é um desafio que envolve contextos ambientais, sociais e econômicos. Por esse motivo, um mecanismo que vem se mostrando eficiente são os Projetos REDD+1.

Um exemplo prático de benefícios para a Amazônia são as atividades do Projetos REDD+ Vale do Jari, que forneceu os créditos de carbono para neutralização dos fretes marítimos realizados pela Norsul em 2020:

  • 340 espécies de flora protegidas, das quais 54 estão ameaçadas de extinção
  • 2.070 espécies de fauna protegidas, das quais 133 estão ameaçadas de extinção
  • 660.000 tCO2eq de emissões reduzidas por ano
  • 64.866 hectares de desmatamento evitado em 30 anos
  • 303 famílias de 15 comunidades diretamente envolvidas

 

 

Monitoramento meteorológico

 

A Norsul também é dedicada em ser uma agente da mudança no âmbito Amazônico e climático: além da compra de créditos de carbono REDD+ para neutralizar 100% das emissões de sua frota mercante, a Companhia participa do Programa de Navios Observadores Voluntários (VOS – Voluntary Observing Ship), um dos principais programas da Organização Meteorológica Mundial que coleta, registra e transmite observações meteorológicas.

A embarcação Trade Juriti, nome que homenageia o município do Pará, fica fixa no Rio Amazonas e é uma estação meteorológica inteligente que registra e transmite dados em tempo real para Centros de Previsão do Tempo. Essas informações, além de alertas para os navegantes, viram fonte para pesquisas sobre padrões e mudanças climáticas, contribuindo para os estudos globais sobre o tema.

 

“Para nós todos os dias são dedicados à Amazônia. Há quatro décadas a NORSUL está presente na Amazônia servindo a logística da região sempre buscando aperfeiçoar seus processos, analisando e mitigando impactos e atuando de forma cada vez mais humana e abrangente e nada nos motiva mais que ajudar na conservação deste patrimônio da Terra.”

 

diz Denise Grundler, Gerente Executiva da Norsul.

 

 


1REDD+:  Redução das Emissões provenientes de Desmatamento e da Degradação florestal, incluindo (+) a conservação dos estoques de carbono florestal, o manejo sustentável de florestas e o aumento dos estoques de carbono florestal.

 

 

NORSUL e Ambipar: uma parceria valiosa para a proteção da Floresta Amazônica

Em parceria com a Ambipar, desde janeiro de 2020 a Companhia de Navegação Norsul neutraliza as emissões de toda sua frota por meio dos créditos de carbono. Neste primeiro de uma série de dois posts, entenda a relevância dessa iniciativa para a proteção às florestas e redução do desmatamento na Amazônia.

 

No Dia de Proteção às Florestas, data criada para chamar atenção e reforçar a importância de medidas que contribuem para que nossas florestas parem de ser desmatadas, damos início a uma série de duas publicações que contam mais sobre a parceria entre a Norsul e a Ambipar Environment e como a iniciativa dessas empresas impactam na conservação da Amazônia.

A NORSUL, ciente da relevância em ser uma agente da mudança, deu início em 2020 ao seu plano de ser a primeira empresa carbono neutro no segmento de cabotagem industrial no mundo, passando a neutralizar todas as emissões CO2 de sua frota mercante.

 

 

Essa prática foi possível por meio de uma solução inédita desenhada com a Ambipar Environment, onde são utilizados créditos de carbono provenientes dos seus projetos REDD+1 para compensar as emissões de todas as operações da empresa e a pegada de carbono de cabotagem de todos os clientes da NORSUL, que recebem certificados personalizados da solução de neutralização de carbono.

Qual a relação dessas ações com a proteção às florestas?

A importância da proteção às florestas está ligada a diversos fatores: combate às mudanças climáticas, conservação da biodiversidade, ciclo da água e regime de chuvas, formação do solo, entre outros.
Porém, manter florestas em pé envolve questões além das ambientais, contextos sociais e econômicos têm relação direta com as principais causas de desmatamento.
Essencialmente, os projetos REDD+1 tem como objetivo combater o desmatamento, mas para garantir a efetividade do processo são traçadas estratégias baseadas em incentivos financeiros e promoção do desenvolvimento sustentável, para assim tornar florestas economicamente mais atrativas que outras formas de mudança e uso da terra.

Essa metodologia tem se mostrado muito eficiente, mas para que seja possível aplicá-la, é necessário o envolvimento de empresas conscientes e engajadas nessa causa, a exemplo da Norsul, que ao comprar créditos de carbono financia as atividades de conservação dos projetos REDD+ que a Ambipar Environment gerencia.

Para 2020, o Projeto REDD+ Vale do Jari forneceu os créditos para neutralização da frota da Norsul. Em uma região constantemente ameaçada pela atividade humana, promove a capacitação de técnicas sustentáveis de manejo e produção agroextrativista e o bem-estar das comunidades, tornando-as mantenedoras dos recursos florestais.

Os benefícios dessa parceria não param por aqui! No próximo post falaremos sobre o impacto dessas ações na prática para a Amazônia, a maior e uma das mais ameaçadas florestas do mundo.

 


 

1REDD+:  Redução das Emissões provenientes de Desmatamento e da Degradação florestal, incluindo (+) a conservação dos estoques de carbono florestal, o manejo sustentável de florestas e o aumento dos estoques de carbono florestal.

 

 

ASMOREX tem papel fundamental para que comunidade supere a pandemia

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ASMOREX estabelece medidas para evitar o contágio e controlar a crise causada pela pandemia. Conscientização e informação são os principais recursos para que a comunidade seja parte da solução.

Comissão ASMOREX

Diante da crise causada pela pandemia de COVID-19 e em resposta ao aumento de casos na região de Machadinho D’Oeste (Rondônia), a diretoria da ASMOREX (Associação dos Moradores da RESEX Rio Preto-Jacundá), proponente do Projeto REDD+ de mesmo nome, estabeleceu medidas para evitar o contágio da comunidade extrativista.

Para proteger a população local, a primeira e mais importante providência foi orientar os moradores a não receberem visitas externas em qualquer circunstância que não envolvesse serviços essenciais. Além disso, seguindo as recomendações de distanciamento social, o transporte comunitário para a cidade foi suspenso, permanecendo restrito apenas ao deslocamento para abastecimento de alimentos, suprimentos e situações de emergência em saúde.

Mesmo diante do cenário enfrentado em Rondônia naquele período, nenhum dos moradores da Reserva havia apresentado sintomas ou suspeita de contaminação pelo vírus, e as atividades extrativistas continuavam sem impactos diretos. Esse resultado refletia o trabalho preventivo desenvolvido pela associação. Ainda assim, o aumento constante de casos no município seguia gerando preocupação entre as lideranças locais.


José Pinheiro Borges

“Temos uma preocupação porque o número é muito crescente aqui no município e isso pode resultar em um lockdown.”

José Pinheiro Borges, Presidente da ASMOREX


Comunidades engajadas como parte da solução

Diante desse cenário, a conscientização da população tornou-se o principal recurso para evitar medidas mais restritivas e minimizar impactos adicionais sobre a economia local.

Em regiões isoladas, especialmente durante períodos de crise sanitária, o engajamento das comunidades é fundamental para que elas se tornem parte ativa da solução. Nesse contexto, os projetos REDD+ desempenham um papel importante ao apoiar as populações locais e fortalecer sua capacidade de resposta diante de desafios socioambientais.

O apoio de organizações comunitárias, como a ASMOREX, é essencial para garantir que informações confiáveis cheguem aos moradores e que ações preventivas sejam implementadas de forma coordenada, contribuindo para a proteção das famílias e para a manutenção da qualidade de vida na Reserva.



Quer saber mais sobre o Projeto REDD+ Rio Preto-Jacundá, que além de promover o monitoramento florestal e da biodiversidade, contribui para o desenvolvimento sustentável das comunidades da Reserva Extrativista?


Conheça o Projeto REDD+ Rio Preto-Jacundá

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Biofílica: há 12 anos transformando a conservação de florestas num negócio sustentável

No mês de junho a Biofílica completou 12 anos!
Em comemoração, leia mais sobre a origem e o propósito por trás do nosso negócio.

 

Em 2008, nossos sócios-fundadores já enxergavam a dimensão do problema causado pelo descaso coletivo com o meio ambiente, mas também a oportunidade de se investir na conservação de florestas. Assim criamos a Biofílica Investimentos Ambientais que tem como principal objetivo a comercialização dos serviços ambientais das florestas. Um negócio inovador, lucrativo e com altíssimo impacto positivo no social e  no ambiental.

 

A inspiração do nome vem do belíssimo e cada vez mais atual livro Biophilia, de Edward O. Wilson, e quer dizer algo como “harmonia com o mundo natural” e “sentimento de conexão com a natureza”.

 

 

Leia agora uma amostra do livro Biophilia (em inglês), que deu origem ao nome da Biofílica.

Nesses 12 anos de trajetória, ficamos felizes em ver uma mudança de pensamentos e um mundo cada vez mais focado em buscar soluções sustentáveis de desenvolvimento, ao mesmo tempo que nossas atividades trazem resultados que nos deixam muito orgulhosos. Temos hoje em nosso banco de ofertas 4.7 milhões de hectares disponíveis para Compensação de Reserva Legal e nossos projetos REDD+ somam quase 1,5 milhões  de hectares de florestas conservadas e bem geridas. 

Esse progresso só é possível graças a todos os nossos clientes que fazem sua parte e se preocupam em investir em créditos de carbono que financiam a conservação de florestas como forma de neutralizar suas emissões de CO2.

Clique aqui e conheça nossos clientes

Não queremos parar por aqui! Por isso, continuamos a expandir nossas atividades para atender essa crescente demanda e seguirmos juntos no combate ao desmatamento e na conservação das florestas tropicais.

 

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Mata Atlântica:
a beleza e a riqueza do litoral brasileiro

No dia de uma das florestas mais ricas em biodiversidade do mundo, promover a conservação de sua área de cobertura nativa remanescente é o melhor presente que podemos oferecer.

Responsável pela beleza do litoral brasileiro, a Mata Atlântica é ao mesmo tempo uma das florestas mais ricas em biodiversidade do mundo e uma das mais ameaçadas. Com uma composição que chama atenção por englobar variadas formações florestais nativas e ecossistema associados, hoje restam apenas 12,4% da cobertura original, que abriga cerca de 20 mil espécies de flora e mais de 2 mil espécies de fauna. Entre elas, 383 dos 633 animais ameaçados de extinção no Brasil, como o mico-leão-dourado, símbolo desse bioma, e a onça-pintada.

 

 

Abrangendo 17 estados brasileiros, sua importância vai além, com um papel essencial, por exemplo, para o abastecimento de água, regulação do clima, agricultura elétrica e turismo das regiões adjacentes.

Devido a sua localização e riqueza, desde a colonização a floresta sofre com a exploração e o desmatamento. Na tentativa de proteger o que restou de mata nativa, no ano de 1937, em uma área de Mata Atlântica entre os estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais, foi criado o primeiro parque nacional brasileiro. 55 anos depois, em 1992, o bioma foi reconhecido pela UNESCO como Reserva da Biosfera, instrumento que protege e apoia o uso sustentável de áreas de floresta tropical.

Comemorado hoje, 27 de maio, o Dia da Mata Atlântica é dedicado a ressaltar importância e promover a conservação do bioma. A data foi escolhida por em 1560, ser o dia que o Padre Anchieta assinou a Carta de São Vicente, onde pela primeira vez descreveu a biodiversidade de nossas florestas tropicais.

 

Sua propriedade rural está localizada nesse bioma e tem déficit de Reserva Legal?
Saiba agora como regularizar e contribuir para a conservação da Mata Atlântica sem perder áreas produtivas!

 

Fontes:
MMA  /  SOS Mata Atlântica  /  WWF

Afinal, o que é REDD+?

Um guia para você entender o que é REDD+ e como esse investimento agrega valor ao seu negócio enquanto contribui para a conservação das florestas.

O aumento do desmatamento e da degradação de florestas nas últimas décadas é alvo de preocupação, dado que tem sido responsável por grande parte das emissões de gases de efeito estufa (GEE) no Brasil e no mundo. Diante da necessidade em reduzir essas emissões e mitigar os efeitos das mudanças climáticas, foi criado, em um esforço internacional de pesquisadores e com o apoio das Nações Unidas, o mecanismo REDD+.

 

 

A importância das florestas

O desmatamento, a degradação de florestas e as mudanças do uso do solo, que incluem atividades como a agropecuária, contribuem com o total de 23% de todas emissões antropogênicas acumuladas de Gases de Efeito Estufa (GEE) no mundo, registradas desde 19611. No Brasil, essas atividades resultaram em 69% de todas as emissões nacionais no ano de 20182.

Nesse contexto, a conservação das florestas, além de contribuir na redução das emissões de gases de efeito estufa, gera outros benefícios, como a proteção de bacias hidrográficas, a estabilização do regime de chuvas e impactos positivos sobre a biodiversidade e comunidades locais que dependem dos seus recursos. Adicionalmente, a biodiversidade mantida pelas florestas é uma fonte de recursos incalculáveis, que se bem manejados, podem garantir geração de emprego e renda para milhões de pessoas no futuro.

Fontes:
• Climate Change and Land (IPCC, 2019)
• Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SEEG Brasil, 2018)

 

E o que é REDD+?

REDD+ é um mecanismo que tem como objetivo evitar as emissões de gases de efeito estufa associadas ao desmatamento de florestas, permitindo a remuneração daqueles que mantém as florestas em pé. Ao evitar que áreas de floresta sob ameaça sejam desmatadas, é possível gerar créditos de carbono, que uma vez comercializados, podem tornar as florestas economicamente mais atrativas do que outras formas de uso da terra. Esse mecanismo fecha o seu ciclo no momento em que as receitas provenientes do carbono são investidas na manutenção da floresta e no manejo sustentável de seus recursos.

 

 

Na prática, como isso funciona?

Inicialmente, são realizados estudos para se avaliar a potencialidade da implantação de um projeto REDD+ na área. Para isso, são analisados a área de floresta conservada na propriedade, a existência do risco de desmatamento da área com base no contexto regional em que está inserida, onde posteriormente são identificados os potenciais vetores de desmatamento na região, e a partir dessa análise são traçadas estratégias
fundamentadas em:

• Incentivos financeiros para reduzir o desmatamento, principalmente nos locais onde as florestas são convertidas para agricultura, por exemplo.

• Redução da degradação em florestas que perderam parte do seu valor ecológico.

• Promoção do desenvolvimento sustentável gerando benefícios ambientais, sociais e econômicos.

Após o monitoramento e a avaliação da efetividade das estratégias aplicadas é realizado o cálculo de emissões de CO2 que foram evitadas. Em seguida, são gerados os créditos de carbono.

 

 

Os projetos REDD+ são confiáveis?

Órgãos independentes de certificação disponibilizam metodologias e diretrizes para a implementação, monitoramento e verificação de projetos REDD+, garantindo altos níveis de segurança e rigor técnico, além de transparência e envolvimento necessário de comunidades e outras partes interessadas possivelmente impactadas.

A mais conhecida organização do mercado voluntário de carbono é o Verra, que disponibiliza os Padrões de certificação VCS e CCB. O Verra é reconhecido internacionalmente pela sua expertise e excelência técnica em certificar projetos de redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE) e os benefícios sociais, ambientais e econômicos associados a estes projetos.
Antes de investir em um projeto, é essencial averiguar se ele possui certificação.

Projeto REDD+ Rio Preto-Jacundá ganha espaço no site da Verra

 

REDD+ está dando resultado?

Sim! A taxa desmatamento nas áreas onde atuam os projetos REDD+ da Ambipar Environment foi reduzida em 75% entre os anos de 2015 e 2018, indo na contramão da taxa de desmatamento na Amazônia brasileira, que cresceu 7% nesse mesmo período.

No total, são 1,2 milhões de hectares conservados, que abrigam pelo menos 340 espécies de flora, 1.200 espécies de animais e onde vivem cerca de 1.500 pessoas que foram impactadas pelos nossos projetos até o fim de 2019.

A importância da gestão e conservação de florestas refletida em nosso crescimento

 

Quem pode investir em projetos REDD+?

Atualmente, instituições e empresas que buscam compensar suas emissões de gases de efeito estufa (GEE) e contribuir para a conservação de florestas financiam os projetos REDD+ através da compra de créditos de carbono. Os projetos também são financiados por países, através de programas de conservação ambiental.

 

Por que líderes com visão de futuro estão investindo em projetos REDD+?

No cenário extremamente competitivo que temos hoje, líderes de todos os setores enfrentam diariamente o desafio de se destacar no mercado. Ao mesmo tempo, a preocupação em assumir a responsabilidade do impacto ambiental gerado por suas atividades é crescente.

Compensar emissões investindo em projetos REDD+ é uma forma inovadora de solucionar essas duas questões, englobando benefícios como:

• Reconhecimento e solução dos impactos ambientais nas operações
• Engajamento de funcionários e clientes
• Melhora nos indicadores de Meio Ambiente, Social e Governança (ESG)
• Diferenciação no mercado
• Aumento da reputação e imagem da marca
• Atração de investidores

 

Comece agora a fazer a diferença para o planeta e para sua empresa.

Quero investir em projetos REDD+

Caatinga: um bioma exclusivamente brasileiro

Hoje é o Dia da Caatinga, a única floresta 100% brasileira que compõe os belos cenários nordestinos.

Predominante na região nordeste, a Caatinga é o bioma de clima semiárido com a maior biodiversidade do mundo e o único encontrado exclusivamente em território nacional. Sua flora e fauna chamam atenção por abrigarem cerca de 5.300 espécies de plantas, sendo 1.547 exclusivas dessa região, e mais de 1.000 espécies de animais, entre eles a ararinha-azul, ave com maior risco de extinção do Brasil.

Ainda que sua área corresponda a 11% do território nacional e 70% da região nordeste, 45% da paisagem da floresta já foi devastada pela ação do homem e cerca de 15% sofre risco de desertificação pelo alto grau de degradação.

 

 

Como forma de preservar o bioma, aproximadamente 9% de sua área está protegida em Unidades de Conservação, sendo essa uma das formas
de Compensação de Reserva Legal na Caatinga.

O dia desta importante floresta, celebrado no dia 28 de abril, foi criado para conscientizar a todos sobre a importância da conservação e do
uso sustentável de suas riquezas.

Sua propriedade rural está localizada nesse bioma e tem déficit de Reserva Legal?
Saiba agora como regularizar e contribuir para a conservação da Caatinga sem perder áreas produtivas!