Consulta Pública do Projeto ARR Corredores de Vida

Consulta Pública do Projeto ARR Corredores de Vida é aberta pela Verra durante auditoria VCS + CCB

Projeto de restauração florestal na Mata Atlântica avança em sua primeira auditoria de verificação nos padrões internacionais VCS e CCB, reforçando transparência, integridade e participação dos stakeholders.

O Projeto ARR Corredores de Vida, desenvolvido pela Biofílica em parceria com o IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas, iniciou oficialmente seu processo de consulta pública junto à Verra como parte da primeira auditoria de verificação nos padrões VCS (Verified Carbon Standard) e CCB (Climate, Community & Biodiversity Standards).

A consulta pública permanecerá aberta até 27 de junho de 2026 e representa uma etapa importante do processo de certificação, permitindo que stakeholders, especialistas, comunidades locais e demais interessados analisem os documentos do projeto e apresentem comentários, sugestões ou manifestações.

Resultado da parceria entre a Biofílica e o IPÊ, o projeto combina restauração florestal, conservação da biodiversidade e geração de créditos de carbono de alta integridade. A iniciativa tem como objetivo restaurar áreas degradadas da Mata Atlântica no oeste do estado de São Paulo, promovendo benefícios mensuráveis para o clima, as comunidades locais e a biodiversidade.


Impacto climático com remoção de carbono

Baseado em atividades de Afforestation, Reforestation and Revegetation (ARR), o projeto possui potencial estimado para remover mais de 20 milhões de toneladas de CO₂ equivalente ao longo de seu ciclo de desenvolvimento.

A iniciativa integra estratégias de restauração florestal em áreas prioritárias do Pontal do Paranapanema, contribuindo para a mitigação das mudanças climáticas e para a geração de créditos de carbono de alta integridade.

Até o momento, mais de 8 milhões de árvores foram plantadas com recursos provenientes dos créditos de carbono, acelerando a recuperação de áreas degradadas e ampliando a conectividade da paisagem na região.


Impacto climático e remoção de carbono


Benefícios para comunidades locais

Alinhado aos princípios do padrão CCB, o projeto também gera benefícios socioeconômicos relevantes para as comunidades da região.

Atualmente, a iniciativa gera 364 empregos diretos, envolvendo equipes técnicas, viveiros comunitários e empresas florestais responsáveis pelas atividades de produção de mudas, plantio e manutenção das áreas restauradas.

O fortalecimento da cadeia da restauração florestal contribui para a geração de renda, o empreendedorismo local e o desenvolvimento sustentável dos municípios participantes.


Benefícios para comunidades locais


Conservação da biodiversidade da Mata Atlântica

Os resultados do projeto também contribuem diretamente para a conservação da biodiversidade. A restauração promove a conexão entre fragmentos florestais e unidades de conservação, criando corredores ecológicos fundamentais para a fauna da região.

Entre os principais beneficiados está o mico-leão-preto (Leontopithecus chrysopygus), espécie ameaçada de extinção e símbolo do Pontal do Paranapanema. Os corredores florestais restaurados ampliam a conectividade entre habitats e favorecem o deslocamento de diversas espécies da fauna nativa.

O monitoramento realizado nas áreas restauradas e nas unidades de conservação conectadas pelo projeto já registrou 174 espécies de aves e 29 espécies de mamíferos, incluindo cinco espécies ameaçadas de extinção, evidenciando os benefícios da restauração para a biodiversidade regional.


Conservação da biodiversidade e mico-leão-preto


Participe da Consulta Pública

A consulta pública da Verra é uma oportunidade para ampliar a transparência e fortalecer a participação dos stakeholders no acompanhamento dos resultados e impactos do Projeto ARR Corredores de Vida.

Os documentos do projeto estão disponíveis para consulta na plataforma da Verra até 27 de junho de 2026.

Convidamos todos os interessados a conhecer a iniciativa, analisar a documentação disponibilizada e contribuir para o aprimoramento contínuo de um projeto que gera benefícios concretos para o clima, a biodiversidade e as comunidades locais.


Participe da consulta pública do Projeto ARR Corredores de Vida

PARTICIPE DA CONSULTA PÚBLICA

A consulta pública permanecerá aberta até 27 de junho de 2026

Projeto REDD+ RESEX Jacundá concluiu 2ª verificação de créditos de carbono

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O Projeto REDD+ RESEX Jacundá concluiu a verificação VCS e CCBS referente ao período 2015–2020 e gerou mais de 151 mil créditos de carbono premium com certificação Ouro para Comunidade e Biodiversidade.

Projeto REDD+ RESEX Jacundá

Para reduzir os impactos sociais e ambientais nos municípios de Machadinho d’Oeste e Cujubim, em Rondônia, o Projeto REDD+ RESEX Jacundá tem como foco o fortalecimento das comunidades locais, a conservação da floresta e o monitoramento contínuo da biodiversidade.

O trabalho desenvolvido junto à comunidade sempre foi um dos grandes diferenciais da iniciativa. Construído em parceria com a ASMOREX – Associação dos Moradores da Reserva Extrativista Rio Preto Jacundá, o projeto conquistou reconhecimento internacional por seus benefícios sociais e ambientais, recebendo o selo Climate, Community & Biodiversity Standards (CCBS).


Resultados gerados ao longo de 10 anos de atuação

Educação e capacitação comunitária

Ao longo de uma década de implementação, o projeto contribuiu para a geração de benefícios concretos para a comunidade da Reserva Extrativista Rio Preto Jacundá.

  • Incentivo à educação por meio da realização de cursos técnicos e profissionalizantes voltados à gestão financeira, administração e organização social;
  • Implantação de um centro educacional para jovens e adultos, ampliando o acesso à capacitação profissional, geração de renda e novas oportunidades de trabalho.

Infraestrutura comunitária

  • Melhoria da infraestrutura local por meio da construção e implementação do centro educacional, centro comunitário e ambulatório;
  • Ampliação do acesso à tecnologia e à informação através da aquisição de equipamentos de informática e da instalação de infraestrutura para acesso à internet.

Participação comunitária

Todas as atividades promovidas pelo projeto são abertas à participação dos moradores da Reserva, com atenção especial ao engajamento de mulheres e jovens, fortalecendo a inclusão social e a construção coletiva das decisões.


Certificação internacional e geração de créditos de carbono

O sucesso dessa parceria foi reconhecido durante a segunda verificação do projeto nos padrões Verified Carbon Standard (VCS) e Climate, Community & Biodiversity Standards (CCBS), conduzida pela Verra para o período de monitoramento entre 2015 e 2020.

Como resultado desse processo, o Projeto REDD+ RESEX Jacundá gerou mais de 151 mil créditos de carbono premium, certificados com o selo CCBS Gold Level para os critérios de Comunidade e Biodiversidade.

Essa certificação reconhece iniciativas que, além de contribuírem para a mitigação das mudanças climáticas, promovem impactos positivos mensuráveis para as comunidades locais e para a conservação da biodiversidade.

Os créditos de carbono gerados pelo projeto encontram-se disponíveis para comercialização e podem ser utilizados por empresas e organizações que desejam compensar suas emissões de gases de efeito estufa com segurança, rastreabilidade e benefícios socioambientais comprovados.


Certificações VCS e CCBS

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Conhecer para saber cuidar: a importância da Xiloteca do Grupo Jari

Conheça mais sobre uma das maiores xilotecas do mundo – a parte do Museu do Jari que reúne espécies arbóreas localizadas e catalogadas da região.

 

Você sabe qual a importância de registrar e catalogar espécies? 

Muito mais que saber a quantidade de espécies que pertencem àquele ecossistema, o conhecimento possibilita que sejam identificadas as necessidades daquela área, além de quais espécies estão em extinção para tentar salvá-las.

Pensando nisso, em 1968, Nilo Thomas da Silva criou a Xiloteca do Jari, parte do Museu Jari, com o objetivo de preservar e aumentar o conhecimento sobre o patrimônio da Floresta Amazônica. Desde o início, a iniciativa contou também com o apoio dos técnicos do Museu Paraense Emílio Goeldi e da Embrapa Amazônia Oriental (projeto Dendrogene).

Quando o Programa REDD+ Vale do Jari chegou na região, em 2014, o levantamento apontou a existência de 620 amostras de madeira, um herbário com 3.513 amostras botânicas e uma coleção de insetos com 2.322 amostras, o que faz a Xiloteca do Jari ser uma das maiores do mundo 

Desde então, o Grupo Jari vem prestando uma grande contribuição para o conhecimento científico da biodiversidade da região, gerando oportunidades de consolidação de trabalhos que reúnam todas as informações disponíveis sobre a biodiversidade e disponibilizá-los para a sociedade. 

 

Manutenção da Xiloteca

Um dos papéis do projeto é apoiar a manutenção da Xiloteca do Grupo Jari ao longo do tempo. Isso é feito estimulando e promovendo a conscientização da importância dessas coleções para preservação da floresta e suas espécies.  

Desde o início do projeto foram realizadas visitas de moradores locais, turistas, escolas da região, universidades e institutos de pesquisa, mostrando que a Xiloteca vem cumprindo seu objetivo inicial de preservar e aumentar o conhecimento sobre o patrimônio da Floresta Amazônica, tanto para fins científicos quanto para educação ambiental. 

Na prática, o trabalho também vem sendo contínuo, com o registro e contagem anual de novas amostras incluídas na coleção. O último monitoramento realizado mostrou que de 2014 a 2020 houve aumento do número de amostras, fruto do recebimento de um inventário de Itapeva, no interior de São Paulo, em 2018.

Não vamos parar por aqui. Em busca de mais ações que contribuam para a manutenção da Xiloteca, desde o final de 2021 a Fundação Jari vem caminhando com um acordo de parceria com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amapá (IFAP), com o objetivo de aprimorar ainda mais o acervo. 

A parceria possibilitará também a realização de capacitações de instituições públicas e privadas, moradores das comunidades da região e de projetos de pesquisas de extensão junto ao Instituto.

Dentre as principais ações, teremos: 

– A reabertura do museu para visitação da sociedade em geral; 

– Digitalizar, criar, indexar o herbário, xiloteca e insetário Jari, com intuito de divulgar o museu para toda comunidade em geral, via online; 

– Envolver os alunos e comunidade em geral nas atividades de reconhecimento, identificação, coleta e depósito de material botânico no herbário Jari das espécies florestais da região. 

O apoio a Xiloteca é uma das ações do Programa REDD+ Vale do Jari, que tem como objetivo evitar o desmatamento e minimizar impactos socioambientais, promovendo benefícios para o clima, biodiversidade e comunidades da região do município de Almeirim. Em 30 anos, serão 61.550 hectares de desmatamento evitados.

 


 

Sua empresa pode contribuir para o desenvolvimento
socioeconômico e cultural da Amazônia enquanto neutraliza
emissões por meio dos créditos de carbono.

 

 

Projeto REDD+ RESEX Jacundá saúde comunidades tradicionais

Ação desenvolvida pelo CES Rioterra leva atendimento pediátrico para crianças de 0 a 12 anos que vivem na RESEX Rio Preto-Jacundá

Mais uma iniciativa viabilizada pelo Projeto REDD+ RESEX Jacundá, desenvolvido pela Biofílica em parceria com a Associação dos Moradores da Reserva Extrativista Rio Preto Jacundá (ASMOREX) e o CES Rioterra, promoveu melhorias na qualidade de vida das famílias da Reserva por meio da ampliação do acesso à saúde infantil.

Localizada nos municípios de Machadinho D’Oeste e Cujubim, em Rondônia, a Reserva Extrativista Rio Preto-Jacundá ocupa uma área de aproximadamente 95 mil hectares. Implementado em 2012, o projeto tem como objetivo conservar a biodiversidade, evitar emissões de gases de efeito estufa e contribuir para o desenvolvimento sustentável das comunidades locais.

A necessidade de ampliar o acesso aos serviços de saúde para as crianças da Reserva foi identificada pelas lideranças comunitárias e incorporada ao Plano de Ação de 2021. Entre as prioridades definidas estava a realização de atendimentos pediátricos periódicos para crianças de 0 a 12 anos, promovendo o acompanhamento do crescimento, o diagnóstico precoce e a prevenção de doenças.

Atendimento pediátrico na RESEX Rio Preto Jacundá


A importância do acesso à saúde em comunidades tradicionais

O acesso a serviços de saúde ainda representa um desafio para muitas comunidades tradicionais e populações rurais. As grandes distâncias entre as comunidades e os centros urbanos, somadas à escassez de profissionais de saúde em áreas remotas, dificultam o acompanhamento médico regular.

Essa realidade contribui para diversos problemas relacionados à primeira infância, incluindo maiores índices de mortalidade infantil e incidência de doenças evitáveis. Além disso, desigualdades sociais e econômicas exercem influência direta sobre as condições de saúde e bem-estar dessas populações.

Segundo dados do IBGE, as taxas de mortalidade infantil e na primeira infância apresentam índices mais elevados em áreas rurais quando comparadas às áreas urbanas, especialmente na Região Norte, onde as distâncias e as dificuldades de acesso aos serviços públicos são mais significativas.

“Essa ação é muito importante, pois está proporcionando melhoria à saúde das crianças.”

Denise Viana, presidente da ASMOREX

Segundo Denise Viana, antes da implementação da iniciativa as crianças da Reserva não tinham acesso regular ao acompanhamento pediátrico e procuravam atendimento médico apenas quando apresentavam problemas de saúde, geralmente por meio de consultas com clínicos gerais nos municípios da região.


Infraestrutura construída com recursos do projeto

Como parte dos investimentos realizados pelo Projeto REDD+ RESEX Jacundá, foi construído um ambulatório médico dentro da Unidade de Conservação para melhorar as condições de atendimento à comunidade.

Localizado no Complexo Comunitário da comunidade Jatuarana, o espaço conta com sala de atendimento e instalações sanitárias adequadas, atendendo as famílias da Reserva desde sua inauguração, em maio de 2020.

A infraestrutura foi financiada com recursos provenientes da comercialização dos créditos de carbono gerados pelo projeto, demonstrando como os benefícios do mercado de carbono podem ser revertidos diretamente para melhorias sociais nas comunidades envolvidas.


Atendimento pediátrico e prevenção de doenças

Os atendimentos pediátricos passaram a ser realizados na estrutura do ambulatório comunitário. A primeira etapa ocorreu em maio de 2021, quando 20 crianças entre 0 e 5 anos receberam acompanhamento médico especializado.

Posteriormente, nos dias 27 e 28 de setembro do mesmo ano, foi realizada uma nova rodada de consultas conduzida pela pediatra Helena Cristina dos Santos, beneficiando cerca de 30 crianças de 0 a 12 anos.

Durante os atendimentos, foram identificadas situações relacionadas a problemas de pele, alimentação inadequada, higiene bucal e alguns casos que passaram a ser acompanhados para investigação de possíveis cardiopatias.

De acordo com a médica responsável, ações de conscientização sobre hábitos saudáveis, higiene doméstica, tratamento da água para consumo e incentivo à produção de hortas familiares são fundamentais para melhorar a qualidade de vida e prevenir doenças nas comunidades.


Saúde, conservação e desenvolvimento sustentável

A iniciativa demonstra como projetos de conservação florestal podem gerar benefícios que vão além da proteção da biodiversidade e da mitigação das mudanças climáticas.

Ao investir em infraestrutura, educação, saúde e fortalecimento comunitário, o Projeto REDD+ RESEX Jacundá contribui diretamente para a melhoria da qualidade de vida dos moradores da Reserva, fortalecendo o desenvolvimento sustentável e a permanência das famílias em seus territórios.


Sobre a Biofílica

Fundada em 2008, a Biofílica tem a missão de desenvolver soluções que conciliem conservação florestal, geração de créditos de carbono e desenvolvimento sustentável. A empresa é referência no mercado brasileiro de ativos ambientais e atua na estruturação de projetos de conservação e restauração florestal que geram benefícios para o clima, a biodiversidade e as comunidades locais.

ASMOREX tem papel fundamental para que comunidade supere a pandemia

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ASMOREX estabelece medidas para evitar o contágio e controlar a crise causada pela pandemia. Conscientização e informação são os principais recursos para que a comunidade seja parte da solução.

Comissão ASMOREX

Diante da crise causada pela pandemia de COVID-19 e em resposta ao aumento de casos na região de Machadinho D’Oeste (Rondônia), a diretoria da ASMOREX (Associação dos Moradores da RESEX Rio Preto-Jacundá), proponente do Projeto REDD+ de mesmo nome, estabeleceu medidas para evitar o contágio da comunidade extrativista.

Para proteger a população local, a primeira e mais importante providência foi orientar os moradores a não receberem visitas externas em qualquer circunstância que não envolvesse serviços essenciais. Além disso, seguindo as recomendações de distanciamento social, o transporte comunitário para a cidade foi suspenso, permanecendo restrito apenas ao deslocamento para abastecimento de alimentos, suprimentos e situações de emergência em saúde.

Mesmo diante do cenário enfrentado em Rondônia naquele período, nenhum dos moradores da Reserva havia apresentado sintomas ou suspeita de contaminação pelo vírus, e as atividades extrativistas continuavam sem impactos diretos. Esse resultado refletia o trabalho preventivo desenvolvido pela associação. Ainda assim, o aumento constante de casos no município seguia gerando preocupação entre as lideranças locais.


José Pinheiro Borges

“Temos uma preocupação porque o número é muito crescente aqui no município e isso pode resultar em um lockdown.”

José Pinheiro Borges, Presidente da ASMOREX


Comunidades engajadas como parte da solução

Diante desse cenário, a conscientização da população tornou-se o principal recurso para evitar medidas mais restritivas e minimizar impactos adicionais sobre a economia local.

Em regiões isoladas, especialmente durante períodos de crise sanitária, o engajamento das comunidades é fundamental para que elas se tornem parte ativa da solução. Nesse contexto, os projetos REDD+ desempenham um papel importante ao apoiar as populações locais e fortalecer sua capacidade de resposta diante de desafios socioambientais.

O apoio de organizações comunitárias, como a ASMOREX, é essencial para garantir que informações confiáveis cheguem aos moradores e que ações preventivas sejam implementadas de forma coordenada, contribuindo para a proteção das famílias e para a manutenção da qualidade de vida na Reserva.



Quer saber mais sobre o Projeto REDD+ Rio Preto-Jacundá, que além de promover o monitoramento florestal e da biodiversidade, contribui para o desenvolvimento sustentável das comunidades da Reserva Extrativista?


Conheça o Projeto REDD+ Rio Preto-Jacundá

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